Este ano, porém, esta onde de alternativa, fantasia e terror chega também a outras cidades do nosso fantástico norte de Portugal.
Aveiro, Braga, Coimbra, Gaia, Gondomar, Matosinhos, Vila Real e Viseu.
São estas as cidades que acolhem, a par do emblemático Porto, a 28º edição do Festival.
Aveiro, Braga, Coimbra, Gaia, Gondomar, Matosinhos, Vila Real e Viseu.
São estas as cidades que acolhem, a par do emblemático Porto, a 28º edição do Festival.

Esta é uma iniciativa ímpar e incontornável no nosso país. Aconselho vivamente a todos os portugueses, em especial aos amantes do suspense e de arrepios (vá, e de muitos gargalhadas.... se forem às sessões de classe B-Z... os low budget acabam sempre por ser fantásticas comédias) que se tirem
dos seus cuidados e dêm uma escapadela a uma sessãozita.
dos seus cuidados e dêm uma escapadela a uma sessãozita.
Foi o que eu fiz! Pela primeira vez fui ao Fantas. Daquelas coisas que pensava...
"um dia hei-de ir ao Fantas..." e fui!
E ainda tive o privilégio de conhecer o Rivoli, teatro de histórica importância na cultura portuguesa, cuja gestão está, actualmente, e a meu ver, mal, entregue a privados.
Conheci ainda o Teatro Sá da Bandeira que, sendo fantástico carece, com alguma urgência, que alguém lhe preste cuidados de cirurgia reconstrutiva!
Não podemos deixar as nossas casas da cultura desaparecerem ou perecerem sem nos batermos pela sua digna manutenção.
Afinal, é lá que vamos alimentar o nosso selvagem corpo intelectual.
É também lá que despimos a política, a religião e outros dogmas, que questionamos o
mundo e os seus governantes, as leis da física e as suas subtis inconsistências... a própria Vida.
Exemplo disso são algumas fitas que passam no Fantas.
Recomendo Innocence de Paul Cox, que conta a história de um homem e uma mulher que reencontram a chama de um amor passado, nas misteriosas linhas da 3ª idade. Delicioso.
Não posso também deixar de recomendar The Tattoist de Peter Burguer.
Um thriller que gira à volta de uma tradição milenar, tribal, que passa de pai para filho.
Não fosse aplicada pelo Homem, até poderia ser inocente.
Mas quando corre mal... há gente que morre. Gente inocente que morre.
A não perder.
"um dia hei-de ir ao Fantas..." e fui!
E ainda tive o privilégio de conhecer o Rivoli, teatro de histórica importância na cultura portuguesa, cuja gestão está, actualmente, e a meu ver, mal, entregue a privados.
Conheci ainda o Teatro Sá da Bandeira que, sendo fantástico carece, com alguma urgência, que alguém lhe preste cuidados de cirurgia reconstrutiva!
Não podemos deixar as nossas casas da cultura desaparecerem ou perecerem sem nos batermos pela sua digna manutenção.
Afinal, é lá que vamos alimentar o nosso selvagem corpo intelectual.
É também lá que despimos a política, a religião e outros dogmas, que questionamos o
mundo e os seus governantes, as leis da física e as suas subtis inconsistências... a própria Vida.
Exemplo disso são algumas fitas que passam no Fantas.
Recomendo Innocence de Paul Cox, que conta a história de um homem e uma mulher que reencontram a chama de um amor passado, nas misteriosas linhas da 3ª idade. Delicioso.
Não posso também deixar de recomendar The Tattoist de Peter Burguer.
Um thriller que gira à volta de uma tradição milenar, tribal, que passa de pai para filho.
Não fosse aplicada pelo Homem, até poderia ser inocente.
Mas quando corre mal... há gente que morre. Gente inocente que morre.
A não perder.