domingo, 6 de fevereiro de 2011

Natalie Portman - Sublime é pouco.



Confesso que não esperava grande coisa deste filme.
Adoro que me provem que estou errado.

Já não via um filme destes há anos. Aconselho-vos a não perderem a oportunidade de sentirem o que aquele filme faz sentir. Perplexidade, confusão, perturbação, arrepios, pena, solidariedade e até luxúria.

Dou um polegar em como a Natalie Portman vai ganhar o Óscar e tudo o que houver para ganhar como "Melhor Actriz". Arrisco-me a dizer que nunca (NUNCA!) tinha visto uma interpretação daquelas! A rapariga está "outstanding"! Como diria alguém "ela acaba por roubar o filme".

O filme é fenomenal, é... os outros actores estão bem, estão. Mas não se consegue tirar os olhos da cara dela, e quando se o faz, é para olhar para as costas dela, para as pernas dela, para os braços dela. Tudo dela. E não é só por ser gira que se farta. É uma ode à representação. Fica-se sem fôlego a ver uma pessoa a trabalhar daquela maneira. A passar tanta emoção através de um esquizofrenia grave.

A Rainha dos Cisnes, dos brancos e dos pretos, entranha-se tanto naquelas personagens que começa a ser perseguida por uma delas. A sua gémea má. Alucina. Flagela-se... mas dança na Perfeição... até ao fim.

"A única pessoa que se mete entre ti e a perfeição, és tu".

UAU.

Abraço,
BM

3 comentários:

Ana disse...

É muito bom, sim senhor!

Wintertide disse...

Fiquei curiosa..muito! E a última frase está qualquer coisa:)
Obrigada pela sugestão

Bruno Martins disse...

Olá.

Pois é Aninhas... poderoso.

Ainda bem que ficaste curiosa Wintertide! E bem-vinda ao blogue.

Bjs,
BM