terça-feira, 29 de abril de 2008

Tallin Backpackers

Tere!!
que e como quem diz Ola, directamente de Tallin, Estonia.
Estamos alojados num hostel muito a frente!
E pena e continuar a nao conseguir acentuar palavras... enfim.
Tallin e uma cidade medieval, cheia de carisma.
Os pormenores serao revelados assim que estiver novamente acomodado em terras lusitanas... isto e, numa casa so para mim e com um pc que colabore!

Gente simpatica, esta do baltico...

BM

sábado, 26 de abril de 2008

Por esse mundo fora

Sao 8h da manha na Lituania e eu nao consigo acentuar palavra nenhuma. Teclados estranhos...
Estamos em Klapedia, partimos hoje com destino a Siauliai e esperamos acabar o dia em Riga, Letonia.
So para partilhar - ontem fomos a praia e eu banhei-me no Baltico! hihi agua gelada, quase doce.
Mas foi bom. Muito bom.
Ate a vista,
Bisou,
BM

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Lithuanian feeling...

Após 2 dias de veraneio na terra dos Partisans, eis o que se me apraz dizer... ou melhor, mostrar:
 


Amanhã O dia começará bem cedo: autocarro às 7h48 para a estação central da Lituânia(Stotis, em Lituano) onde, esperamos nós, vamos apanhar um autocarro para Trakai. Se quiserem saber como é... Google it!

Depois dou notícias.


Bisou,
BM

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Primeiro dia

Ca estou eu no meu primeiro dia de ferias... passei por aqui, porque tenho de esperar pelo voo para Kaunas (Lituania) e ainda faltam umas horitas... que desespero. Estou em Frankfurt, a 2h do centro da cidade, pelo que nao me resta altenativa senao esperar pelo aviao. Vou conhecer imenso da Alemanha... o wc do areporto, os restaurantes do areporto, os alemaes que trabalham no aeroporto... que festa... e muito representativo. ahahah bisou, BM

sábado, 19 de abril de 2008

Férias no Báltico

Antes de mais, quero confessar-vos que ter férias como um trabalhador normal é muito estranho.
Por um lado, o vício estudantil ainda não se libertou totalmente do meu corpo e principalmente do meu espírito demasiado libertino; por outro lado, o facto de, no ano passado, não ter tido férias na verdadeira acepção da palavra, baralha um pouco o sentimento.
Mas lá que é bom, é!

Amanhã parto de armas e bagagens para terras do Báltico. O quartel general será na Lituânia, mas a ideia é pavonear-me igualmente pelos países fronteiriços. Pelo menos Estónia e Letónia, para completar a tríade Báltica. É pena serem só 12 dias. Enfim, a Rússia terá de ficar para outras aventuras.

Prometo voltar com novidades, se é que entretanto não coloque cá nada.

Um grande abraço para todos os companheiros das várias lutas que travamos diariamente.

Um especial para os meus colegas de trabalho que terão duas semanas lunáticas (qualquer dia chegam a casa e têm os sacos do continente à porta... sim, não são as malas. Um dia explico-vos porquê. Tem a ver com uma das teorias do Eng. Schiappa).

Verei com os meus olhos, e não com os olhos da comunicação social, como se vive actualmente naquele que, em tempos, foi considerado o Eixo do Mal.

Bisou,
BM

quinta-feira, 20 de março de 2008

Invasão do Iraque... 5 anos depois

Saddam Hussein era um ditador. Não tenho dúvidas.
O seu regime era autoritário, perseguidor e, arrisco mesmo, sanguinário.
Inúmeros iraquianos morreram debaixo do seu jugo.

A questão que se coloca neste momento é: "Passados cinco anos, como está a situação política e social do Iraque?"

A resposta, a meu ver, só pode ser uma: Muito Pior!

Os EUA, à laia de "Bom Samaritano", iniciou o processo de
"democratização" do Iraque faz hoje, precisamente, cinco anos.

Nesses cinco anos, 40 mil soldados americanos deram a sua vida pela teimosia de um líder prepotente e por uma causa que não era a sua.

Nesses cinco anos e segundo relatórios internacionais, 600 mil Iraquianos perderam a sua vida, debaixo do jugo, não do seu ditador, mas de um ditador vindo de fora, com promessas de liberdade.

Liberdade sob mísseis, saques, combates de rua?

Que liberdade é esta?

A verdade é que na era de Saddam muitas vidas se perderam. Mas na era Bush, o número de vidas perdidas é incomensurávelmente maior.
Convém frisar que não concordo com o regime que Saddam implantou, nem com a sua conduta. De maneira nenhuma. Mas acho igualmente repugnante que um país invada outro, com falsos argumentos de existência de armas de destruição massiça, com intuito meramente económico.
O que talvez nem toda a gente saiba é que os EUA armaram alguns grupos de iraquianos para os "ajudar a manter a paz e a ordem no território"... Declarações destas faz qualquer ser pensante sentir-se insultado. Em que medida é que armar grupos de cidadãos para matar os seus irmãos pode ajudar a manter a paz? Ainda para mais com o clima de ódio que existe entre Sunitas e Xiitas.
O que os EUA ainda não perceberam é que as pessoas têm, todas, uma perigosíssima arma de construção massiça, que é a capacidade de PENSAR.

Esta capacidade leva-me a perguntar... caramba, se o Iraque era uma ditadura e os EUA os foram libertar, então porque também não o fazem na ditadura existente na Arábia Saudita?
Espera... mas eles até fizeram um protocolo comercial com a Arábia Saudita...
Será porque este país é o maior produtor de petróleo do mundo e os EUA não podem comprometer a sua produção? Todos sabemos que os períodos de recessão económica nos EUA coincidiram com quebras MOMENTÂNEAS na produção de petróleo. Imaginem o problema que seria levar "democracia", leia-se "guerra", à Arábia Saudita e com isso parar grande parte da produção de petróleo... que desgraça.

Faz-me também lembrar do Vietnam.
Não preciso dizer mais nada, pois não?

A questão é... Quantas vidas mais será preciso ceifar para que os EUA percebam que perderam esta batalha pelo petróleo Iraquiano?

E quantos mais iraquianos precisará a Al-Qaeda recrutar, para que os EUA percebam que estão a alimentar o extremismo? Sim, não existia Al-Qaeda no Iraque.

Agora existe.

O que é realmente triste é vermos iraquianos, entrevistados por jornalistas portugueses, dizerem que preferiam viver numa ditadura, "que afinal até estavam bem com Saddam", se comparem com o que têm agora.

Enquanto democrata fico devastado com estas declarações. Enquanto ser humano, percebo exactamente o que querem dizer.
Preferem ter medo de falar ou agir
(para não serem reprimidos pelo regime ditatorial),
do que ter medo de andar na rua e serem mortos só porque sim.

E o maior problema está para vir. Quando finalmente perceberem que não há nada a fazer senão retirar, que não conseguem explorar mais o país, como raio é que os EUA vão conseguir sair de lá?

E pior que isso... o que vai acontecer no Iraque?

Muitas páginas sangrentas de jornal serão viradas no metro a caminho do trabalho.

Enquanto fazemos a nossa vida descansadamente, outros, iguais a nós,
matam-se por delito de opinião.

E nós, chegamos ao trabalho, ligamos o computador ou a máquina da fábrica, vestimos a bata ou o fato macaco, bebemos café e rimos da anedota da contra-capa do jornal gratuito.

BM


terça-feira, 11 de março de 2008

ERASMUS - Bélgica 2006





Eu sei que já passaram dois anos. Também sei que, provavelmente, estão-se nas tintas para a minha aventura de estudar no estrangeiro.
Mas eis-me hoje saudosista, o que querem?
A culpa é dessa mui nobre instituição de ensino superior que é a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.
Pois, parece que me convidaram para ir falar para os alunos de 1º e 2º
anos acerca da minha experiência no estrangeiro e do ensino da
Medicina Nuclear.
Opá, apelam à minha alma de professor reprimido e eu, tal prostituta de capa e batina, não consigo negar o chamamento.
Lá estarei na próxima 6ªfeira a enfrentar dezenas de jovens mentes ávidas de conhecimento.
E ainda por cima, gosto. Olha que há gente estranha.
E estão vocês a pensar... "ya, e que tenho eu a ver com isso?!?" e eu digo... "ya, nada, vão mas é trabalhar em vez de perder tempo a ler este blog miserável."
Ou então, se quiserem uma desculpa para não trabalhar... façam-me chegar as vossas histórias de ERASMUS.
Como foi? Com Quem foi? Para onde foi? Quanto tempo?
Que relações estabeleceram? (alguém trouxe filhos??)
Balanço da experiência... sugestões para a aula, etc...
Espero os vossos contributos.
Deixo-vos alguns momentos de uma vida que guardo com carinho e saudade. Uma palavra especial para a minha colega, uma santa é o que é, que sobreviveu comigo durante estes meses.

Aprendi a cozinhar (Jesus, como estava palonço...)


E a falta que a mãe faz?? A verdade é que a malta aprende a desenrascar-se...


A experiência profissional...





E as viagens... ai que bom...

E com vocês como foi? E para quem não foi... qual a vossa opinião?
Iam, se pudessem voltar atrás?
Não? Porquê?


bisou
BM