sexta-feira, 26 de outubro de 2012

De partida!


A menos de 7h de apanhar o avião para mais uma aventura, lembrei-me desta sinfonia que há tanto tempo acompanha os melhores momentos da minha vida. Espero que este seja mais um. 

Destino: Milão.

ab
BM

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O contributo da Medicina Nuclear no Cancro da Mama

CONVITE À NAVEGAÇÃO:






Preletores:
Filipa Lucena, ESTeSL
Ana Barbara Pereira
Beatriz Santos
Marta Prates
Bruno Martins
Amadeu Martins
Marisa Cruz
Programa:
17h00 – Abertura
17h05 – Patologia Mamária 
17h30 – MN Convencional aplicada ao cancro da mama
17h50 – PET e PEM 
18h20 – Efetividade da técnica de Localização Radioguiada de Lesões Ocultas em pacientes com Lesões mamárias 
18h40 – Debate e discussão 
19h00 – Encerramento

Amanhã lá estarei para falar de PET e PEM no Cancro da Mama. 

:)

BM

domingo, 21 de outubro de 2012

Frankenweenie

Tim Burton voltou com uma longa metragem baseada numa curta do início da sua carreira. 

Desta feita, é uma animação stop-motion em preto e branco, que nos vem lembrar que o Tim Burton dos idos tempos de Vincent, continua bem presente e em forma. 

Frankenweenie conta a história de Viktor, que devem conhecer de Corpse Bride, e do seu melhor amigo de infância, o seu cão Sparky. Certamente lembrar-se-ão de Viktor falar de um cão que teve na infância em Corpse Bride... pois, era o Sparky, que agora vê a sua história recontada e relembrada.

Viktor era uma criança curiosa, cheia de perguntas e amante da ciência. E, como todos os meninos que  são assim, levava uma vida solitária e com poucos amigos. Sparky era, assim, o seu confidente e companheiro de aventuras. 

Quando um dia o pai tenta dinamizar a vida do rapaz, o seu cão sofre um acidente fatal. 

Viktor fica devastado. E é aí que a loucura começa. 

Depois de uma aula de ciências sobre electricidade, Viktor decide trazer o seu cão de volta, à lei da canalização de energia das nuvens. E resulta!! 

O problema é que... naquela altura, um segredo destes era quase pecado. E cedendo a chantagens Viktor ajuda a criar uma série de monstros que quase destroem a cidade. 

Mas o herói no fim salva tudo e todos e ainda há uma certa lamechice qb para nos acalentar o coração. 

Como já previa, adorei o filme. Aconselho vivamente. 

Aqui fica o trailler:


Sin cera,
BM

sábado, 20 de outubro de 2012

Casa do Largo: o prazer do chá

Boa tarde.

Aproveitando a pausa a que me permiti, decidi escrever-vos sobre a Casa do Largo, uma acolhedora casa de chá no centro da minha pitoresca vila de Caneças.

fonte: facebook da Casa do Largo
Já o deveria ter feito há muito tempo, mas vão-se metendo novidades e obrigatoriedades e as coisas que, por vezes, queremos fazer, vão sendo adiadas. Creio que todos conhecem a sensação.

Mas não querendo usar nada disso como desculpa, de hoje não passa.

Como sabem, gosto de partilhar bons locais para se estar, quer sejam para comer, de entretenimento, cultura, artes ou ciência. É por isso que falar na Casa do Largo se torna tão incontornável.

Bem no centro de Caneças, como já disse, mais propriamente no Largo Vieira Caldas, um casal de empreendedores decide tomar conta de um edifício histórico e património da vila, que outrora serviu de hotel, devolvendo-lhe dignidade e acolhimento a todos que trasnpoem as suas portas.

O conceito é simples. Uma casa tranquila, sofisticada mas sem pretenciosismos, um ambiente familiar e muitas coisas boas para se provar. O chá é apenas uma desculpa para nos sentar à mesa. A partir daí é impossível tirar os olhos dos bolos caseiros (aconselho o de cenoura com cobertura de chocolate), ou de sentir o cheiro dos scones sem ter de os provar.

Para mim, porém, o vencedor é... o café. Provavelmente o melhor que já bebi. Quando perguntei à dona do espaço que café era aquele... a resposta só podia ter sido aquela: é único; uma mistura feita especial e exclusivamente para a Casa do Largo. Pronto, está explicado.

Não deixem de vir a Caneças passar uma tarde de Outono nesta casa. Vão ver que não se arrependem.

Abraço,
BM

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

"É para gritar aqui e não em casa, com a parceira!"

Gostei tanto quando os treinadores disseram isto.

É isso mesmo. É libertar a energia a fazer desporto e não descarregar nos outros.

Em Março de 2011, escrevi isto:


"Já não fazia esta faixa há tanto tempo... Mas como devem ver pelas caras do pessoal, é algo que se entranha demasiado, levando-nos a ficar ligeiramente... esquisitos.

É uma espécie de dança de intimidação de adversário, à laia de Rugby, misturado com alongamentos (é uma faixa de arrefecimento!) e muito boa disposição (nesta faixa, há sempre qualquer coisa a mexer, nem que seja um dedinho).

Tarakihi é uma música centenária, composta por Alfred Hill, um Australiano radicado na Nova Zelândia, que conta a história da dança do povo Maori, misturada com a dança dos seus gafanhotos, os quais são conhecidos por lá por emitirem os característicos sons 'tara-ra-ta-kita kita.'

Bonito, não é?

Eu acho. :)

Ab,
BM"

HOJE VOLTÁMOS A FAZER ESTA FAIXA. 
QUE COISA TRESLOUCADA...


Até me esqueci que o meu estômago ainda não está a 100%...

Ab
BM

terça-feira, 16 de outubro de 2012

"The Casual Vacancy"


É o novo romance de J.K. Rowling e a minha mais recente curiosidade. 

Confesso que fui leitor dedicado da série de Harry Potter e, portanto, a passagem da sua criadora da fantasia para a realidade, dá-me muita vontade de ler.

Infelizmente, as críticas que tenho lido (e já foram muitas), inclusivé do reputadíssimo New York Times, por Michiko Kakutani, são, vá, péssimas. Este último refere qualquer coisa como: "Darkness and Death, No Magic to Help.".

Se alguém já tiver lido, pode fazer o obséquio de deixar aqui algum comentário?
Muito obrigado.

BM

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Sugestões cinéfilas

O resultado da preguiça, hoje, revela-se num artigo muito mais pequeno que o habitual.

Primeiro porque o filme que ía começar por sugerir, já o vi na semana passada e um review sobre o mesmo já foi antes publicado no blog da Ana, pelo que não vou bater mais no ceguinho, que é como quem diz, aborrecer-vos com mais descrições de "Linhas de Wellington".

Vou só dizer que gostei bastante e que fico muito feliz ao ver o fluxo de filmes de produção nacional aumentar. Agora está nas nossas mãos e ir vê-los ao cinema e apoiar os nossos artistas. Só assim terão espaço para melhorar. Devo dizer-vos que este filme é já de uma qualidade diferente, bastante superior. A sonoplastia é inqualificavelmente melhor do que a maioria dos filmes portugueses e isso faz toda a diferença.

Deixo-vos só o trailler para vos aguçar o apetite:


O elenco é de luxo! Não só reúne alguns dos melhores actores portugueses, como ainda vai buscar estrelas internacionais (John Malkovich num filme português?!? What????) para enriquecer o cenário das invasões francesas. 

A não perder. 

A outra metragem que vos venho sugerir, para um dia em que se sintam de mente muuiitooo aberta é "7 dias em Havana":


Digo-vos para irem de mente muito aberta porque este filme é capaz de vos dar vários nós na cabeça ao mesmo tempo. Para já é dirigido por 7 realizadores. Um por cada dia da semana que Havana vê nascer perante os nossos olhos. Depois porque são 7 histórias diferentes, mas com linhas comuns entre elas.

Depois ainda porque é em Cuba e, como sabemos, Cuba é um sítio especial. Tem muito calor, muita salsa, muito sex appeal, muita música, muita cultura e ainda muitos problemas por resolver, como, por exemplo, o criminoso embargo dos EUA que proíbe Cuba de comprar bens nos mercados internacionais.

Eu, que já lá estive, acho que alguns aspectos do filme estão um bocado exagerados. Mas é isso mesmo que se quer, não é?

Apenas para vos dar um exemplo parvo: aquela ideia que ainda permanece que toda a gente ainda conduz carros dos anos 60... fica muito bonita em pinturas e em postais da ilha, mas já em 2006 quando lá estive... já não era assim tão comum. Ainda os há, claro. Mas a grande maioria começava já a ser substituída por carros japoneses. E por aí adiante. Ok que o filme ainda se passar na era de Fidel e alguma coisa já mudou desde esse tempo. Mas... continuo a dizer a toda a gente que... se querem perceber Cuba... têm de lá ir! :)

Agora, se vale a pena ver este filme? Claro que sim.
Se não fosse material interessante... Emir Kusturica  não tinha decidido aparecer, não concordam?

Ab
BM