De vez em quando, e sem saber muito bem porquê, cedo a pressões nostálgicas, como se de um velho do restelo me tratasse.
Agora que estou prestes a embarcar em novas aventuras académicas, há coisas que me passam vertiginosamente pela cabeça. Os tempos da faculdade.
Quando toda a gente dizia que eram os melhores anos da vida, eu ria-me e pensava "claro que sim... noites mal dormidas, trabalhos até às tantas, exames, frequências e orais, estágios intermináveis... as olheiras até aos pés.
Agora que passou, sinto falta disso tudo. Do que fiz e do que queria ter feito e não tive tempo ou oportunidade.
Hoje passei a manhã a ouvir a Balada da Despedida, uma canção de Coimbra, mas que todos os estudantes adoptaram como sua.
BM