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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Jornadas Medievais em Sesimbra

Olá a todos.

Eu sei que ando sempre a desculpar-me por não conseguir escrever com a regularidade com que gostaria, mas a verdade é quem tem sido mesmo difícl dedicar tempo a esta faceta de pseudo-colonista/pseudo-escritor. Eu sei que, muito provavelmente, ninguém sente falta das críticas que costumo blogar, ou das recomendações ou até mesmo dos desabafos mais ou menos lamechas. Mas é que escrever pode ser mesmo terapêutico. 
Hoje, por exemplo, é imprescíndivel.

Ontem tive uma noite surreal. Entre o pânico de pensar que íamos perder um ente querido de quatro patas e a tentativa de salvar a vida a outro, um serão que se pensava calmo, tornou-se num corropio de excesso de velocidade, lágrimas e palpitações.

Foi... estranho. Felizmente o nosso ente querido ficou bem. O outro nem por isso.
Sinto que cumpri o meu dever de ajudar um animal que estava às portas da morte. Contudo, o facto de me ter morrido praticamente nas mãos,veio reforçar a impotência da nossa condição de fracos seres de parcos recursos.

E é por vivermos nesta frágil fronteira entre a felicidade e a depressão, entre o pulsar da vida e o silêncio da morte, que devemos ocupar o nosso tempo da melhor forma que conseguirmos.
A minha opção foi trabalhar com e para as pessoas. Essa missão, que tantas vezes me tem trazido 'problemas' com família e amigos, faz parte de mim. É como a pele, que não se escolhe a cor. E eu sinto-me bem na minha, ainda que por vezes as pessoas que se precoupam comigo gostassem que eu tivesse mais capacidade de me refractar em diferentes cores, tal como a luz que na sua viagem e interacção com diferente meios, se decompõe em várias cores.
Infelizmente a minha energia não chega para tamanha panóplia de cores.

Um dos comprimentos de onda que tem sido mais discriminado tem sido o lazer/descanso. Perceber isto é já um passo para contrariar essa tendência. E apesar de ter 4 avaliações para fazer, e ter de trabalhar neste sábado, o resto do fim de semana será dedicado à família e à cultura.

Sesimbra, a minha segunda casa, da qual já pouco conheço o ranger, foi a escolha lógica.

Sábado à noite, no Castelo, espero poder descansar o corpo e alimentar o espírito com uma orquestra Marroquina.








Desculpem o desabafo.

Como se pode um homem sentir velho num corpo jovem?

BM

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Folia num dia, luta todo o ano!



Desejo a todos os meus amigos, leitores e visitantes fortuitos, uma excelente passagem de ano.
Que a festa seja rija, com tudo a que temos direito!

Espero realmente que as nossas condições de vida não se agravem no novo ano que aí vem.

Espero mais justiça social.

Melhores Salários para todos.

Uma escola pública, gratuita e de qualidade.

Um serviço Nacional de Saúde Universal e Integral.

Utopia? Nop. Não acho. Está nas nossas mãos construir uma sociedade com estes pilares.

Esta será parte da minha luta em 2009.

Quanto à Folia, para mim, será em Sesimbra:



Onde assistirei ao grandioso espectáculo pirotécnico e subaquático baseado na Lenda das Mouras Encantadas das Cisternas do Castelo de Sesimbra e a história do pescador Vicente que luta contra a sedução das malucas das Mouras, para ficar com a sua amada, Laurinda.
(organizado pela Câmara Municipal de Sesimbra - mais pormenores aqui)

Não é bonito??

Grande moca que vai ser.

BM