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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Poster publicado on-line - IRPA 13

Olá a todos.
 
Para quem estiver interessado, o poster que eu apresentei no congresso da IRPA - IRPA13 - em Glasgow, ainda este ano, foi publicado on-line no site do congresso e está disponível para download em AQUI.
 
:D
 
cumps,
 
BM

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Performance assessment and uncertainty evaluation of a portable NaI-based detection system used for thyroid monitoring

Olá a todos,

Venho partilhar convosco hoje que, o primeiro de dois artigos escritos no âmbito da minha tese foi publicado no número de Agosto da revista Radiation Protection Dosimetry dos Oxford Journals:


Eis o link para a versão digital.

De qualquer modo, fica o abstract para os interessados:

"This work aims at assessing the performance of a portable detection system, equipped with an NaI(Tl) scintillation detector for in vivo thyroid monitoring, which was properly calibrated using an anthropomorphic neck phantom. The anthropomorphic physical phantoms commonly used for the efficiency calibration of in vivo counters often present certain limitations regarding the geometry and the activity distribution. Therefore, the feasibility of these detection systems for in vivo monitoring should be assessed whenever possible. To accomplish this assessment, patients to whom 99mTc and 123I marked radiopharmaceuticals have been administered in the framework of nuclear medicine diagnostic procedures were monitored. As the biokinetic models of the administered radiopharmaceuticals are known, the time-dependent activity functions in the critical organs after administration are easily quantified. The measured activities in the thyroid using the NaI(Tl) scintillation detector were compared with the estimated activities using the biokinetic models, in order to reach conclusion about the applicability of the portable scintillation counter for in vivo thyroid monitoring. The state-of-the-art Monte Carlo computer program PENELOPE and two voxel phantoms (male and female) were used to evaluate the overall uncertainties influencing the thyroid monitoring. A computational parametric study was performed to quantify the influence of several parameters in the activity quantification (neck-detector distance, thyroid shape, thyroid size and overlying tissue thickness), which allowed one to gain insight and to better understand the discrepancies between the calculated and measured activities."


BM


quarta-feira, 9 de maio de 2012

domingo, 8 de janeiro de 2012

TESE

Tal como prometido, para quem nisso vir interesse, aqui fica a versão final da minha tese:

Tese Bm

A luta agora é conseguir patrocínios para ir apresentar os trabalhos aos congressos que já o aceitaram; neste momento o trabalho já foi apresentado em 3 congressos nacionais. Já foi aceite em 3 internacionais e está à espera de resposta de mais 2. Isto significa... investir muito dinheiro... não vai ser uma luta fácil (para variar). Se algum de vocês quiser ajudar na petição "vamos levar o Bruninho aos congressos de Berlim e de Glasgow", por favor não se acanhe. ahahahha

bjs
BM

sábado, 7 de janeiro de 2012

Mil maneiras de agradecer

Ou 7, vá:


YES, finalmente ontem entreguei a versão definitiva da minha tese.

Logo que tenha autorização, publico-a aqui. :D

Bom fds,
BM

domingo, 18 de dezembro de 2011

Comemorações

Não disse, por lapso, que na defesa da minha tese esteve uma plateia de 37 pessoas a apoiar-me. Agradeci a todas pessoalmente, mas quero deixar nos anais da história escrita digital que esse apoio foi fundamental para me sentir confiante e confortável para dar o meu melhor. 

Rodar os olhos e ver aquelas caras amigas... pôs-me o coração quentinho. A minha família também queria ter ido... mas eu não deixei. Temi que funcionasse no sentido inverso e me desconcentrasse. Agora tenho pena que não tenham estado, mas pronto. Depois de saber que correu bem é fácil... mas antes, o sufoco, a ansiedade de terminar esta importante etapa da minha vida era tão grande, que não deu. 

Logo a seguir, estavam lá muitos amigos e colegas para me felicitar. Estiveram comigo naquele período em que o júri se fechou a debater e a decidir a minha classificação. Foi tão bom não ter ficado sozinho!! Cada abraço, cada beijinho contou. Não esquecerei nenhum. Ver os vossos olhos, as vossas caras a olharem para mim com tanto carinho e alguns com tanta angústia como eu por não saber ainda o resultado, é algo de indescritível que levarei comigo por toda a vida. 

E eis que se abre aquela porta. Ah espera! Não disse uma coisa muito importante: a defesa foi na sala Nobre da ESTeSL, o corredor estava bloqueado e a entrada da sala... guardada por um segurança!!! Ena que podre de chique, pensei eu por entre tremuras e suores frios. 

Pronto, foi a porta daquela sala que se abriu e de onde saiu o presidente do júri para me chamar. Apertadísimo, lá entrei para ouvi-lo dizer que o júri tinha decidido atribuir-me 19 valores.

Do corredor irrompeu uma enorme aclamação. Eram vocês! Os meus amigos a partilharem uma vitória comigo. Caramba! Que coisa boa. Só agora consigo escrever sobre isto, sem ter de o fazer em 30 000 linhas cheias de lamechice e mel. Porque tem sido como me tenho sentido toda a semana. Nas nuvens. Fiquei mesmo muito sensibilizado.

E depois?!? As minhas colegas de trabalho... ofereceram-me uma garrafa de refinado champagne que acabo de abrir para brindar em família:


Obrigado colegas, amigos, família. Foram essenciais neste percurso.

Só mais uma coisa - hoje foi o almoço de Natal da minha empresa e uma colega disse-me: "estava tão nervosa como se fosse um filho meu no teu lugar!"

Opá. Senti-me logo a tremer. É que eu não choro, sabem? Mas tremo bué.

(só por causa disto tudo... quero defender teses todas as semanas!)

bjs
BM

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

MASTER!

Defendi hoje a minha Tese perante um painel de jurados de excelência. Foi um privilégio ter aquelas cinco pessoas a apertar comigo durante quase duas horas.

Não tenho a mínima pretensão de saber tudo, nem sequer sobre o tema que desenvolvi. Sei bem que estou a aprender. E que o posso fazer com todos eles. É essa a mais valia que levo na bagagem: os horizontes que me abriram. 

Sou um tipo feliz hoje. 

:D

BM

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mais uma boa notícia!



A caminho de Berlim!!! (aceitam-se patrocínios! ahahahah)

BM

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Trabalho aceite!!!!!!

Olá a todos. 

A minha vida ultimamente tem sido uma verdadeira correria. 

Para além da defesa minha tese já ter data marcada, tenho rodado o trabalho de investigação que lhe deu origem, em congressos e encontros científicos. 

Nem disso falei, mas fui apresentá-lo no congresso da SPMN, e o resultado foi muito positivo!

Aqui fica para a posteridade:



Ontem tive mais uma excelente notícia: há uns meses tinha submetido o abstract do trabalho a um congresso internacional, mais propriamente ao congresso da Associação Internacional de Protecção Radiológica (IRPA). Entre o grupo de colaboradores deste trabalho, houve quem pensasse que nunca na vida o trabalho seria aceite e houve, no outro oposto, quem estivesse muito entusiasmado. Normalmente, eu prefiro arriscar e esperar para ver... sem derrotismos, mas também sem grandes entusiasmos. 
E foi serenamente que, ontem após um dia importantíssimo na minha vida, recebi a notícia que o trabalho tinha sido aceite para apresentação em poster:

"Re: Assessment, using Monte Carlo and Biokinetic Models, of the Absorbed Dose in the Thyroid, as a Critical Organ, in Scintigraphies with I-123 and Tc-99m.
Thank you for submitting the above abstract for the 13th International Congress of the International Radiation Protection Association (IRPA) in Glasgow, 13-18 May 2012. 
On behalf of the Scientific Committee, I am delighted to confirm that your abstract has been accepted for a poster presentation. (...)"




Agora é ver se consigo patrocínios para lá ir. A inscrição é caríssima (nem pensei nestes pormenores quando me candidatei), mais a viagem e o alojamento... mas já estou muito contente! Mesmo. :)

Ab
BM

domingo, 30 de outubro de 2011

Prémio!!!

Ontem fui apresentar um trabalho neste congresso:


Eis parte do programa:


E eis se não quando, já regressado a casa, recebo um telefonema a dizer que ganhei o Prémio para MELHOR COMUNICAÇÃO ORAL EM MEDICINA NUCLEAR.

Fico contente de ver o meu (nosso) trabalho reconhecido.

:)

BM

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Smart Academic

A reunião de ontem, que deu origem ao post imediatamente anteiror a este, foi importante em vários aspectos.

Não deixa de ser interessante que eu tenha escolhido um casaco com cotoveleiras e umas calças de tecido para me apresentar aos senhores.

No dia a seguir sou confrontado com este cartoon e descubro que sou um smart academic.

Enfim...

se fosse só vestir casacos com cotoveleiras... :s

BM

terça-feira, 18 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ensaio sobre Risco Radiológico e informação da população



por Bruno Martins

O Manual “First Responders to a Radiologial Emergency” da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA)1 refere que em consequência de uma emergência nuclear ou radiológica, o publico tende a reagir de maneira inapropriada, resultando muitas vezes em adversos efeitos psicológicos, sociais e económicos. Segundo este documento são estas as mais severas consequências da maioria dos acidentes radiológicos, que ocorrem mesmo quando não há efeitos directos decorrentes da radiação e resultam, principalmente, porque o público não está munido com a informação necessária para poder integrar e analisar as ocorrências.
Este desconhecimento está intimamente relacionado com a geração de apreensão e desconfiança das pessoas face ao risco radiológico, que podem resultar em manifestações físicas delicadas, como stress, depressão ou problemas cardiovasculares, por exemplo1.
Estas afirmações publicadas no documento referido vêm enfatizar o perigo da falta de comunicação ao público, que se transforma em risco real quando o nível de ignorância é tão elevado que leva as pessoas a tomarem medidas completamente desnecessárias e inconsequentes. Veja-se o exemplo do aumento do número de abortos voluntários registados após o acidente de Chernobyl1.
É, pois, fácil de perceber que para qualquer agência ou entidade que trabalha na área das radiações, é primordial o desenvolvimento de uma estratégia efectiva para comunicação do risco radiológico à população.
A questão, porém, que se impõe é: como fazê-lo?
Para responder a esta pergunta primeiro há que perceber o que é o risco: o termo está associado a alguma ameaça mal definida ou, em termos científicos, a uma possível consequência e à probabilidade da sua ocorrência. Se encararmos o risco como uma grandeza, seria multidimensional e não podia ser representada, sem confusão, por apenas um número.
Uma das complicações associadas ao cálculo do risco da radiação resulta, por exemplo, de que o cancro induzido pela radiação pode revelar-se muitos anos após a exposição: há, portanto, que especificar durante quantos anos após a exposição devemos continuar a acompanhar a população irradiada e qual a idade quando ocorreu a exposição. Numa perspectiva de análise de risco, podemos definir que o risco depende de uma grandeza relacionada com a radiação, por exemplo a dose equivalente (H). Assim, pode definir-se o risco devido à dose equivalente como uma função r = r(H). O ICRP admite que o risco da radiação aumenta linearmente com a dose (que, no entanto, é uma premissa polémica); se o risco para um valor de H  nulo for r = 0, pode calcular-se o risco absoluto, EAR = r(H) - r(0) e o risco relativo, ERR = r(H) – r(0) / r(0), não esquecendo que o objectivo da análise de risco é tomar as melhores decisões de acordo com as incertezas existentes.
Outro documento publicado pela AIEA – What we need to know and when”2 refere que o risco sistémico tem um elevado impacto na sociedade, podendo propagar-se muito além da fonte inicial e afectar a saúde colectiva, as vias de comunicação e o ambiente, entre outras. Considera também, no entanto, que um importante parceiro tem sido desvalorizado, sub-utilizado e mal compreendido: o público. Assim, este autor defende que o público não pode continuar a ser encarado apenas como potencial vítima de um acidente ou como massas em pânico, mas antes como um importante contributo para construir uma cultura de segurança que seja eficaz em caso de acidente.

Percepção do Risco pela população
Lindell (1996) identificou dois tipos de percepção de risco: “risk assessment”, relacionado com a identificação e descrição do risco e o “risk evaluation” relacionado com a atitude perante o risco.
A percepção do risco pela população está intimamente ligada com a maneira como a sua comunicação é realizada. Isto obriga a um objectivo e transparente processo de troca de informação entre indivíduos, grupos e instituições, que sustente uma estratégia bem elaborada e fundamentada para se transferir informações para o público. Esta tarefa é essencial para se construir uma cultura de segurança efectiva, uma vez que o nível comum de aceitação do risco baseia-se não só em conhecimentos tecnológicos, mas também em aspectos individuais e culturais de uma determinada comunidade.
A magnitude do risco varia consoante a formação, a cultura e os valores dos indivíduos, pelo que o público tende a construir o seu ponto de vista com base na sua experiência pessoal e consequente impacto, o que leva a diferentes opiniões e interpretações de risco e vulnerabilidade. Mesmo no seio de uma comunidade, a percepção do risco não é uniforme, podendo variar com a experiência pessoal, o género, o estatuto social e até com posições políticas. Deste modo, a probabilidade de algo mau acontecer, combinado com os aspectos que preocupam o público, levam à construção da sua percepção do risco, que é, assim, mais baseado em emoções do que numa análise objectiva da situação. Esta realidade torna difícil a comunicação do risco, através da realização de acções preventivas de educação/formação, uma vez que o sentimento de “se estão a falar disto é porque algo vai acontecer” pode-se difundir e gerar algum pânico. Acresce o problema da linguagem utilizada pelos especialistas na comunicação ao público que, muitas vezes, é demasiado técnica e, portanto, desadequada por introduzir entropia e provocar mal-entendidos.
Para além disto é necessário perceber que as atitudes do público serão sempre influenciadas por diversos factores, entre os quais a magnitude percepcionada das possíveis consequências de um acidente ou incidente radiológico, a ignorância acerca da natureza do risco (um risco natural, como o radão, evoca um risco menor do que o mesmo tipo de radiação ionizante produzida pelo homem) e dos seus efeitos biológicos e sociais (não esquecendo que, por norma, as pessoas tendem a recear mais o que não conseguem apreender com os seus órgãos sensoriais, como a radiação ionizante), a confiança ou falta dela, nas instituições que gerem esse risco, o envolvimento e a atenção dada pelos meios de comunicação social, bem como a informação que veicula e, acima de tudo, a relação risco-benefício da utilização de radiações (quanto maior o benefício, menor será o risco percepcionado) e o controlo dos eventos (se a pessoa sentir que pode controlar alguns aspectos da sua exposição à radiação, utilizando materiais para se proteger, por exemplo, tende a recear menos a exposição).

Fases da Comunicação do Risco
Uma efectiva comunicação do risco é vital no processo de obtenção de uma percepção do risco correcta, global e comum entre indivíduos. Isto obriga a um processo de diálogo aberto ao esclarecimento cabal das dúvidas do público. Este esclarecimento traduzir-se-á no potencial para construir confiança popular, que permitirá uma resposta adequada em momento de necessidade.
Um modelo de comunicação do risco não deve ser aceite como válido ou bem sucedido se o seu objectivo é apenas a aceitação dos argumentos dos especialistas pelo público em geral. Deverá, pelo contrário, ser encarado como bem sucedido se conseguir transmitir conhecimento acerca das matérias relevantes – o que é a radiação, como é produzida, quais os seus efeitos biológicos conhecidos e limites de dose para que ocorram e quais as ferramentas de protecção contra radiações disponíveis.
De maneira a atingir estes objectivos, qualquer comunicação com o público deverá seguir três fases:
- Partilha de informação com o público – a informação deve fluir das entidades reguladoras ou das entidades políticas, para o público, com propósito formativo/educacional – a formação como factor de prevenção;
- Divulgação – realização de campanhas pró-activas de sensibilização realizadas por entidades reguladoras ou pelo poder político que respondam a preocupações colectivas já diagnosticadas;
- Envolvimento do público – manutenção de um constante diálogo entre o público e as entidades, estabelecendo parcerias para a obtenção de melhores resultados com outros segmentos da população menos informados.

Envolvimento do Público
A segurança é a principal preocupação que afecta o público quando a questão é a utilização de radiações seja com fins médicos ou para produção de energia. O comum paralelismo com as detonações das bombas atómicas e com os acidentes em centrais nucleares é a principal fonte de enviesamento desta problemática. Apesar de serem situações bastante distintas da nossa realidade radiológica, a estratégia não pode passar pelo desprezo pelas preocupações das pessoas, mas antes perceber quais são realmente as questões que as preocupam e depois tentar desconstruir medos infundados.

Objectivos
Atingir um nível de avaliação do risco radiológico uniforme entre o público, permitindo-lhe estar mais educado e preparado;
Encorajar o publico melhor informado e preparado para contribuir para uma cultura saudável de segurança radiológica.

Referências Bibliográficas



3.    Programme P.Public Information and Comunication – IAEA, consultado on line em http://www.iaea.org/About/Policy/GC/GC47/Documents/Budget/prog5-p.pdf.


Bruno Martins
Mestrado RATES – Ramo de Protecção contra Radiações
Maio de 2011

Este ensaio obteve a classificação de 20 valores no âmbito da UC de Epidemiologia Aplicada às Radiações do Mestrado de Radiações Aplicadas às Tecnologias da Saúde.

Espero que gostem e que vos dê tanto prazer ler, como me deu escrever.

BM

Ahhhhhhh, será que o meu BB passou-se da boneca e está a truncar todos os mails?


Não sei como é que estes tipos acertam sempre no stress do momento... Estou mesmo à espera de respostas!!

Uhm...

BM, (someday, MSc)

domingo, 25 de setembro de 2011

You won't care anymore?!?!?!??!!??! MEDO

lololol

Esta 3ªf tenho reunião de orientação. E já entreguei um draft 0 de um artigo. Cheira-me que vai acontecer algo de parecido... (tirando a parte de já não quererem saber...).

BM

terça-feira, 20 de setembro de 2011

"Estás a ensinar o quê?!?!?"

Para quem me tem feito esta pergunta insistentemente nos útlimos dias... aqui fica um vídeo que vos pode elucidar sobre a matéria: Processamento de Imagem em Tomografia por Emissão de Positrões:


(UC inserida no Mestrado em Medicina Nuclear da ESTeSL)

E é isto. Divirtam-se. :)
BM

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

PDF

lololololol

BM

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

"El vals del obrero"

Enquanto não acabo a minha tese e não se concluem os requisitos para a abertura do nosso novo projecto... eu continuo trabalhando sem... férias... :(

"Orgulhoso de estar entre o proletariado...", mas cansado que dói.


ab
BM


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

"Set Fire to the Rain"

Já dizia a Adele... 

Este "namoro" platónico entre mim e a minha... tese, começa a azedar. É que começo a ficar um bocado farto de Tiróides, programação, fantomas, modelos biocinéticos, doses... ah! "Porque é que ninguém me disse que isto ficava para sempre?" 

Bem, talvez para sempre seja um bocado exagerado. Mas parece que ando nisto desde sempre. O corpo ressente-se, a cabeça está exausta e já só faltam dois meses para defender a dita cuja e tanto há ainda por fazer. MEDO!

Vocês não têm nada a ver com o drama, não é o que estão a pensar?!

Mas... como ingressei num grupo de "auto-ajuda" com o pomposo nome "Hoje é o dia de fazer alguma coisa pela minha tese" no facebook (já somos 3 ou 4 mtos lololol, ena que jovem, "mtos lololol"... lol... pá! já chega, pá!) achei que devia partilhar que estou a um passo da salvação, da cura, da elevação, do Nirvana. 

Quase. 

Por enquanto permaneço neste estado de loucura:

Tanto que a minha amiga Adele decidiu escrever um música em homenagem a mim e a esta desmesurada "pseudo-amante" (viram como depressa passou de "namorada" para "amante"? Não! Pior! Para uma coisa que nem sequer é bem uma amante... é tipo um flirt, daqueles rascos, que podiam ter acontecido no Cachaça ou no Havai... daqueles que com muita maquilhagem até parece mesmo boa ideia, mas depois visto de perto). Como diria o meu pai, "A" tese é um sujeito feminino, pelo que, como todas as mulheres, é uma "disfarçada", uma "dissimulada" e uma "mentirosa". 

E foi por isso que a Adele se solidarizou-se comigo e escreveu:

"But there's a side to you that I never knew, never knew,
All the things you'd say, they were never true, never true,
And the games you'd play, you would always win, always win,
But I set fire to the rain,
Watched it pour as I touched your face,
Well, it burned while I cried,
'Cause I heard it screaming out your name, your name"

Podia ter sido, né?

E se é certo que o que o povo diz, "quem desdenha quer comprar", não podia estar mais empenhado em ver esta menina crescer, encorpar, ganhar vida para além de mim, ser convidada para congressos e servir para alguma coisa. 

Desculpem o sentimentalismo, mas quando se gosta do que se faz... mesmo com todos os altos e baixos, consegue-se ser feliz. Consegue-se ficar com aquele sorriso tonto quando se consegue escrever 3 linhas numa semana. Pois, foi só isso que consegui esta semana. :s



Obrigado pela inspiração à Adele, que faz "música para os ouvidos, não para os olhos".

Em compensação, a namorada, a real, a que quero, está comigo fez ontem um ano. Para ti, não só uma música, mas a banda sonora das nossas vidas.

BM